O deputado federal Nikolas Ferreira (PL), presidente da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, informou hoje (15), que a pesquisadora Michele Prado mudou de ideia e aceitou o convite da Casa para esclarecer as denuncias de que está sendo vítima de "milícia digital", supostamente comandada pela primeira-dama Janja.
A informação foi divulgada no X (antigo Twitter) de Nikolas Ferreira. Na mensagem, Michele reafirmou a acusação de que vem sendo perseguida por grupos de esquerda nas redes sociais (entenda a denúncia no vídeo no início do post).
A denuncia está nas redes sociais e nas manchetes de muitos veículos nacionais. Michele Prado afirmou que virou alvo nas redes sociais após “corrigir” dados de uma pesquisa envolvendo as enchentes no Rio Grande do Sul e o sentimento da população na internet.
“Esse pessoal só vai parar quando eu me matar”, escreveu a pesquisadora, hoje, em seu perfil no X [antigo Twitter]. Na mesma rede social, após dar publicidade à “correção”, ela anunciou ter sido desligada de um grupo de pesquisas sobre extremismo, do qual participava.
“Amigos, informo a todos que, a partir de hoje, continuo meu trabalho de pesquisa e prevenção/combate aos extremismos de forma independente, pois fui desligada, hoje pela manhã, do grupo de pesquisa da USP no qual muito aprendi durante o último ano”, escreveu.