O Ministério Público de São Paulo se manifestou contra um pedido da defesa do ex-jogador Robinho ao Tribunal de Justiça, para que o crime de estupro coletivo, cometido pelo ex-atleta na Itália em 2013, fosse considerado “comum” ao invés de “hediondo”.
A notícia é do R7. A equipe jurídica do ex-jogador e alegou, nas palavras do advogado, que “a pena seja cumprida exatamente como ela veio da Itália”. Desse modo, o tempo de pena a ser pago continua o mesmo, mas é possível reduzir o cumprimento da pena em regime fechado.
Segundo o representante, o réu foi condenado, em última instância, pela Corte de Cassação da Itália pelo crime de estupro coletivo, previsto no art. 609-bis do Código Penal Italiano, com pena de nove anos de reclusão.
O MP-SP informou que a solicitação da defesa ainda pende de decisão judicial. O advogado de Robinho, Mario Rossi, afirmou à reportagem que, se a juíza responsável discordar do pedido, a defesa vai recorrer.