No dia 29 de abril a Emgern, empresa de ativos do RN, sofreu um curto-circuito na rede elétrica. Pronto, passaram a chave na empresa, colocaram os 30 funcionários para "trabalhar de casa".
A Emgern não tem razão de existir, a procuradoria do estado ou a secretaria de administração poderiam administrar esses ativos que caducam na empresa.
A questão são os 30 cargos para afilhados políticos. Ninguém faz absolutamente nada na Emgern, não tem nenhuma importância.
O mais incrível é a displicência que Fátima Bezerra trata a coisa pública. Não tem compromisso, zelo, agilidade.