O RN tem 52 procuradores do estado, são pessoas sérias, que entraram por mérito, quase a totalidade não tem bandeira política, servem ao estado e não a governos. A Procuradoria Geral do Estado é reconhecida por fazer um bom trabalho, ter vitórias interessantes em Brasília.
A atitude do risinho e elegante Antenor Roberto de apropria-se da ação do INSS para vender uma mentira revoltou mais uma vez os procuradores. Antenor é detestado pelos colegas (apenas 6 gostam dele) por ter jogado a PGE no jogo baixo da política governamental.
Conversei com vários procuradores, o sentimento é de revolta. Antenor sempre foi aquele procurador mediano, sem brilho, mas com atividade política. Quando foi vice ganhou uma certa simpatia por olhar para a PGE. Mas quando voltou para ser Procurador Geral aí as coisas mudaram, principalmente quando de forma imoral nomeou 52 assessores jurídicos por critérios puramente políticos.
A mentira da governadora Fátima Bezerra e do risonho Antenor, instrumentalizada por Daniel Cabral, é um constrangimento para os Procuradores. O estado poderia ter comemorado a decisão, dando os devidos créditos, falando a verdade. A governadora Fátima Bezerra não tem nenhum mérito a respeito causa ganha pelo INSS no STF, diferente da fala mentirosa de Antenor.
É muito difícil pedir vergonha para quem não tem constrangimento em mentir. Lástima!