Nem nos maiores sonhos Jair Bolsonaro teria imagino um dia que seria o presidente do Brasil ou teria tamanha representatividade eleitoral. Bolsonaro era um deputado comum, que defendia pautas controversas e que de repente ganhou uma notoriedade absurda, conquistando eleitores e virando um verdadeiro mártir de uma direita adormecida.
Ninguém conquista o que Bolsonaro conquistou sem méritos, sem trabalho e, principalmente, sem carisma. Bolsonaro arrebatou um verdadeiro exército de pessoas que defendiam suas ideias, que compraram sua causa e vestiram sua camisa para as batalhas que viriam. Seguidores fiéis, capazes de confrontar uma esquerda que sempre esteve aglutinada e pronta para defender seu líder maior, mesmo ele sendo um corrupto nato.
A batalha de Bolsonaro contra a esquerda e em defesa de um país longe da petralhada foi vitoriosa. Ele não apenas venceu a eleição contra o PT, mas afundou o partido em uma crise que parecia ser o fim. Enfraquecido, corrupto, com seu líder maior na cadeia, o PT parecia morto. Bolsonaro só esqueceu de uma coisa: baratas não morrem!
Se as baratas não morrem, os ratos estão sempre à espreita. E assim o PT fez, contagiou todas as pragas que estão ao seu lado no esgoto e se apoiou nos erros cometidos por Bolsonaro. Com suas mentiras e alianças tenebrosas, o PT envolveu o judiciário, constantemente atacado por Bolsonaro. O PT espalhou suas redes de mentiras e os seus projetos sociais, que deveriam ser chamados de projetos de compra de votos, se reergueu e derrotou Bolsonaro.
O desejo de vingança de Lula e seus aliados nada tem a ver com as baratas, exceto que não ligam para a sujeira. Eles querem ir à forra e não medirão esforços para isso. Para “matar” o PT, Bolsonaro fez aliados perigosos e inimigos poderosos. O preço será cobrado, custe o que custar.