Quando eu assisto algumas modalidades das olimpíadas eu vejo como o jogador de futebol brasileiro é mimizento e frágil. A Flávinha, da ginástica, meteu a cabeça no chão, cortou o supercílio, remendou ali mesmo e já foi de novo competir. As meninas de 12, 13 e 14 anos do skate sofrem quedas absurdas, se levantam sem nem fazer careta e seguem na disputa como se nada tivesse acontecido. Assistir handball, judô ou qualquer outro esporte de contato só ressalta a fragilidade e como os jogadores de futebol, especialmente os brasileiros, são ridículos. Passam o tempo a rolar no chão, fazer careta e drama.