A gestão pública ineficiente coloca Riachuelo numa situação de alerta, aparecendo como destaque negativo em publicação no portal do Tribunal de Contas do Estado (TCE/RN). A previdência social do município tem um déficit acumulado que ultrapassa 1,5 milhão de reais, na gestão do prefeito Joca Basílio. Sem falar na quantidade de servidores temporários e cargos comissionados superiores ao número de trabalhadores efetivos ativos.
Um dos motivos apontados pelo TCE, para o déficit acumulado negativo de R$ -1.588.386,03 é a receita da cidade ser menor que a “FOPAG” (folha de pagamento de aposentadorias e pensões), ou seja, a prefeitura de Riachuelo não tem um sistema de arrecadação eficiente e termina fazendo saques, do montante destinado à previdência, para cobrir a insuficiência financeira, provocando a descapitalização dos fundos previdenciários.
Entre servidores temporários e cargos comissionados, segundo o TCE, Riachuelo tem 185, número superior aos servidores efetivos ativos, que são 184. Nesse caso, de acordo com o Tribunal, existe a desproporcionalidade no quadro de pessoal, que apresentou número de servidores efetivos insuficiente para sustentar o Regime Próprio de Previdência Social (RPPS), ficando “perceptível que a política de contratação do município não é definida em conjunto com as premissas necessárias a manutenção do equilíbrio financeiro”.