As acusações infundadas do candidato a prefeito de São Miguel do Gostoso, Claudecir Fernandes, mais conhecido como Caio Fernandes, estão ganhando proporções preocupantes e poderão chegar à Justiça Eleitoral por divulgação de fake news.
Em uma recente declaração, Caio acusou a atual gestão do prefeito Renato de Doquinha de gastar a exorbitante quantia de R$ 824 mil na compra de caixões de velório apenas no ano de 2024.
No entanto, essa acusação não condiz com a realidade dos fatos. Uma rápida consulta ao portal da transparência revela que a gestão atual desembolsou apenas R$ 18 mil em serviços completos de velórios, e não exclusivamente em caixões.
Claudecir (ou Caio?), ao confundir licitação com pagamento, demonstrou um preocupante analfabetismo funcional, especialmente para alguém que se propõe a gerir uma cidade.
O portal da transparência mostra claramente que os valores mencionados por Caio referem-se a registros de preços e a um aditivo, cada um no valor de R$ 412.012,60. Estes documentos servem como estimativas para eventuais compras futuras, e não como pagamentos efetivos. No entanto, na ânsia de espalhar informações falsas e enganar o eleitorado, Claudecir distorceu os fatos e acusou a atual gestão de gastar quase um milhão de reais em caixões.
Essa conduta irresponsável e recorrente de disseminação de mentiras não apenas mancha a imagem do candidato, mas também configura uma grave infração eleitoral. Caso o Ministério Público Eleitoral tome conhecimento da situação, Claudecir Fernandes poderá enfrentar sérias consequências, inclusive a possibilidade de inelegibilidade, por tentar manipular a opinião pública com informações fraudulentas.
A comunidade de São Miguel do Gostoso merece uma campanha baseada na verdade e na transparência, e não em fake news.