O "senador" Carlos Eduardo resolveu baixar o nível da campanha. Fez uma peça dizendo que ele é um prefeito amostradão, fez diversas obras (bom que só apresenta o parque da cidade, uma porcaria arquitetona que custou uma fortuna e pouquíssima gente usa). Ele se diz "ão". Já Paulinho Freire nessa peça de campanha é um abestalhado preguiçoso, é um "inho".
Carlos começou baixando o nível, sua campanha acendeu a luz vermelha. O PSD, seu partido, ainda não mandou dinheiro para a campanha, as pesquisas sempre apresentam um gráfico de queda. Então a ordem é tentar desqualificar Paulinho Freire.
O engraçado é que o "ão" tem apenas um vereador, um deputado federal e um estadual. Não tem aliança, não consegue com 4 gestões em Natal apresentar uma obra que tenha modificado a cidade. No currículo o "senador" Carlos só tem de obra um parque e uma parceria forte com a Marquise, empresa que recolhe lixo na cidade.
O maior desespero de Carlos é que a direita de Natal começa a vestir a camisa do "inho", quer dizer, Paulinho. A passagem de Bolsonaro pela cidade e o medo de ter Natal controlada por um parceiro de Lula, pelo senador de Fátima Bezerra, vai naturalmente fazer a campanha do "inho" Paulinho subir.
Paulinho quer discutir Natal, mas é hora de "inho" subir o tom. Ele não é candidato a arcebispo de Natal e sim a prefeito. Não é para ficar calado tem que reagir, trincar os dentes.
O "inho" que é de fácil acesso, cumprindor de compromissos, leal, tranquilo de convívio tem que mostrar ao povo que sabe gritar como um leão. E colocar o "senador" Carlos no mesmo lugar que Rogério Marinho colocou.