Lula foi vaiado no Chile e o Brasil continua na periferia e na marginalidade do mundo e segue calado contra a Venezuela. Lula fez uma escolha de caminhar com Rússia, com Venezuela, com Cuba, com os ditadores. Até com o Hamas o presidente apoia. Enquanto isso, na Venezuela, Edmundo González se autodeclarou presidente eleito, mas ele precisa combinar isso com o ditador que está no comando.
Esse é o presidente do Brasil. Esse é o presidente que queria ser uma liderança mundial, mas não passa de um nanico político. É o presidente amigo dos ditadores.