Em São Paulo estava tudo acirrado até que todos decidiram não participar dos debates. Tudo que Pablo Marçal queria, que surfou a onda sozinho e cresceu. Serve de exemplo para os demais candidatos, até aqueles que têm telhado de vidro. O eleitor não gosta de fujão e não quer um candidato que não se apresente em público. Faz parte do jogo político. Apenas uma liderança muito consolidada, acima de 65 a 70% que realmente poderia se pensar em não se expor. Pode custar caro não participar.