Ontem, sábado, 21 de setembro, escrevi uma coluna sobre a presença de Lula na Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, onde o Brasil, tradicionalmente, faz o discurso de abertura. Neste domingo, 22, o presidente brasileiro participou de um evento paralelo, a Cúpula do Futuro, e teve o microfone cortado.
A notícia é d'O Antagonista. Antes do início, foi comunicado aos participantes que os líderes dos países teriam direito a apenas cinco minutos de fala, e que não poderiam exceder o tempo. Anteriormente ao chefão do PT, dois outros representantes também tiveram as falas silenciadas, já que não respeitaram as regras previamente informadas e acordadas.
Lula criticou a própria ONU e outros órgãos internacionais pelo que chamou de “carência de autoridade” e “perda de vitalidade”. Também falou que – logo ele, meu Deus! – “A legitimidade do Conselho de Segurança encolhe a cada vez que ele aplica duplos padrões ou se omite diante de atrocidades“. Seria um mea culpa velado?