Começou na liderança. Parecia fácil. Menosprezou os adversários. Já se achava na prefeitura. Não atendeu a imprensa, fugiu dos debates e sabatinas. Sem obras, não aguentou a campanha de rádio e TV sem ter o que mostrar. Mudou de nome, ficou sem identidade. Assumiu um apelido que odeia para tentar ganhar de qualquer jeito. As pesquisas mudaram, o cenário virou e o Botafogo da campanha eleitoral deve estar desesperado.
Já começou a falar mal das pesquisas e até do instituto que ele mesmo contratou. É como John Textor falando de esquemas de arbitragem. Assim como em outros cenários, comemorar antes é complicado. Pior, a queda é tanta que é capaz de não chegar nem na final, tendo que assistir os adversários disputarem o grande título.