Minha maior vaidade é saber que não dei um dia de trégua ao medíocre governo de Fátima Bezerra. Quando de forma cruel a governadora fechou o hospital Ruy Pereira, deixando centenas de pessoas apodrecendo sem atendimento, eu disse que era um CRIME.
Seu vice na época, o despreparado risonho e elegante Antenor Roberto mandou a procuradoria do estado me processar. Usando a estrutura do estado para me perseguir (já fizeram isso inúmeras vezes).
O juiz Geraldo Mota da 3° Vara da Fazenda Pública, julgou hoje improcedente a absurda ação civil pública que Fátima Bezerra e Antenor, usando a máquina do estado, moveram contra mim.
"Em resumo, considera-se legítimo o exercício da liberdade de imprensa se o conteúdo da notícia for verdadeiro ou ao menos verossímil e sua divulgação for de interesse público, devendo ser preservados os direitos da personalidade daquele que foi exposto pela mídia, pena de indenização. Reitere-se, que a esfera de proteção dos direitos à personalidade de pessoas públicas ou notórias é reduzida, considerando-se a primazia do controle e fiscalização de seus atos pela população. A intimidade dessas pessoas, contudo, deve ser respeitada quando o ato não tiver ligação com o desempenho da atividade pública, hipótese em que não há interesse público que justifique divulgação pela imprensa", colocou na sentença o juiz.
A governadora para esconder sua incompetência usa a força do estado para tentar me intimidar. Mesmo isso tendo um custo alto, porque tenho que pagar advogados, não me intimida. Muito pelo contrário, tenho certeza que meu trabalho serve para tentar fazer o povo enxergar as barbaridades desse governo.
Fechar o Ruy Pereira foi um CRIME, entendeu Fátima Bezerra? Foi um CRIME sim Antenor. Centenas de pessoas ficaram agonizando sem atendimento. Foi uma barbaridade, falta de sensibilidade e irresponsabilidade.
Continuo meu trabalho, não tenho medo, confio na justiça do RN, mesmo com o estado usando sua força para me perseguir. Como diz a medíocre Fátima Bezerra, sigamos.
Agradecer a meus advogados Caninde Alves e Tassius Tsangaropulos, todos do escritório Alves, Duarte e Advogados. Arrebentaram como sempre.