A estridente Isolda vai até a casa de uma senhora, que vive em dificuldades, mas é agradecida a Lula. As pessoas se contentam com nada, ou quase nada. Aí um deputado estadual vai atrás dessas pessoas para vangloriar um presidente que comanda o país há anos, mas as pessoas estão felizes com o nada que recebem, alimentados pelas promessas e falácias, de cerveja a picanha, do assistencialismo eleitoreiro. Esse é o país de Lula, de um povo que nada recebe, mas é grato por esse nada.