Vergonha mundial. Lula foi ao congresso do PCdoB, um partido comunista em pleno século XXI, para atacar a “extrema-direita” e, de quebra, bajular figuras como Hugo Chávez e Evo Morales. É isso mesmo: o presidente do Brasil elogia ditadores enquanto o país afunda em impostos, violência e desemprego.
O discurso foi uma ode ao atraso. Lula chamou Bolsonaro de “figura grotesca”, mas esquece que grotesco é transformar a miséria em projeto político, bajular tiranos que destruíram suas nações e fingir que ainda comanda uma revolução imaginária.
A verdade é simples: Lula sente falta do tempo em que governar era mandar calar imprensa, fechar Congresso e perseguir adversários, exatamente o modelo de Chávez e Morales. O “companheiro” não gosta da liberdade, gosta de controle.
Enquanto o mundo tenta se livrar do populismo barato, o presidente brasileiro parece querer ressuscitar o comunismo com aplausos de militantes do PCdoB. É patético ver um chefe de Estado que teve chance de unir o país se comportar como líder sindical dos anos 80.
Vergonha é pouco. Lula continua apaixonado por tiranos e ressentido com o povo que ousou escolher a direita.