A presidente do banco Brics, Dilma Rousseff, mora em Xangai, na China, mas custa caro para o Brasil. Reportagem do Diário do Poder, do jornalista Claudio Humberto, aponta que o Governo Federal sustenta uma estrutura que custou R$ 1,7 milhão aos cofres públicos para Dilma, mesmo ela não estando no Brasil.
Os dados obtidos pela coluna são da Casa Civil, que registra o “custo Dilma” em R$ 8,4 milhões entre 2021 e o mês passado.
Segundo a matéria, as despesas incluem R$ 94 mil em diárias, além de R$ 7,2 mil em combustível e R$ 14,9 mil com a manutenção dos carrões oficiais que ela não usa, mas seguem custando recursos públicos.
Assessores e seguranças de Dilma, que ficam no Brasil, custaram R$ 742 mil desde janeiro. Em “seguro”, mais R$ 18 mil.
SALÁRIOS E AUXILIOS
Ainda que não seja obrigada a viver na China, Dilma recebe uma gorda “indenização” por estar no exterior. Lá se vão mais R$87,7 mil.
Há ainda uma “retribuição” por ela estar fora, além de um belo auxílio-moradia. Somados, passa dos R$ 249 mil este ano.