Cadú de Lula. Cadú de Fátima. O Mister Impostos tenta se vender como novidade, mas é o velho projeto petista com outra embalagem.
Carlos Eduardo Xavier, o Mister Impostos, é o candidato da máquina. Tem o apoio da governadora Fátima Bezerra, coveira do RN, e do presidente Lula. Ou seja: do governo estadual e do federal. Tudo junto e misturado no mesmo saco de promessas e fracassos.
Há dez meses com a candidatura lançada, Cadú não empolga. Carrega o peso de um governo desastroso, atrasado e sem entrega. É o homem das finanças de Fátima, o responsável por administrar o caos e ainda querer convencer o povo de que faria diferente.
Cadú é o típico candidato fabricado no gabinete. Um escudo para a candidatura de Walter Alves. Se der certo, ótimo. Se der errado, ele tenta outro cargo. O sonho dele é ser político e sair do posto fiscal, virar autoridade.
O problema é que falta a Cadú identidade. Nem o PT confia. Não tem o cheiro, nem o discurso, nem o sangue do petista raiz. É o tipo de figura que o eleitor olha e pensa: “esse aí não convence nem o partido dele”.
A candidatura de Cadú é a tentativa desesperada do governo de maquiar o fracasso. Se o governo Fátima Bezerra tivesse dado certo, Cadú nunca seria o candidato.