Chega de hipocrisia. Quando o bandido morre, a esquerda chora. Quando o policial morre, o silêncio é ensurdecedor. É assim no Brasil do politicamente correto, onde o criminoso é tratado como vítima e o policial como vilão.
A operação no Rio foi dura? Foi. Mas necessária. Quem entra numa comunidade armada até os dentes com fuzil, lança-granada e domínio de território não está vendendo picolé, está tentando libertar a população do domínio do crime. E é papel da polícia enfrentar isso. A diferença é que o policial vai com o peito aberto, com nome, rosto e família. O bandido se esconde atrás de crianças e igrejas.
Rodrigo Pimentel, ex-capitão do Bope, foi direto: morte de bandido ou de policial não significa falta de inteligência. Significa confronto. Significa coragem. A polícia planeja, executa, age. Só quem nunca pisou numa favela pra achar que operação de guerra se resolve com poesia e “diálogo social”.
Os mesmos que chamam policial de assassino são os que trancam o vidro no sinal e ligam pra polícia quando o perigo chega perto. Querem segurança, mas não querem a mão firme que garante a ordem. Querem “paz”, mas não entendem que paz se conquista com força e lei.
A polícia não é o problema. É a última trincheira contra o caos que o Estado frouxo deixou prosperar. Enquanto sociólogos de ar-condicionado fazem textão, o policial bota o colete e enfrenta o inferno.
Bandido bom é o que não volta pra aterrorizar o cidadão. E policial bom é o que volta vivo pra casa. Simples assim.