O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, falou como um líder de verdade. Disse que no confronto entre a polícia e bandidos, as quatro vítimas foram os quatro heróis que tombaram defendendo a sociedade. E está certo. Herói é quem veste a farda, enfrenta o crime e paga com a própria vida por um Estado mais seguro.
Foram 128 mortos. Sim, 124 suspeitos que reagiram e perderam. O confronto foi na mata, não em área edificada. A matemática da lei e da ordem é simples: quem enfrenta a polícia, assina a própria sentença.
Enquanto parte da imprensa e os “especialistas de ar-condicionado” lamentam o destino dos criminosos, o governador fez o que poucos têm coragem: reconheceu o sacrifício dos policiais e se solidarizou com suas famílias.
O Rio precisa disso. De comando. De autoridade. De quem entende que bandido não é vítima, é ameaça. E quem chora por marginal, não pode reclamar da violência que cresce na esquina.