Cláudio Custódio sempre foi isso aí: petista enrustido, vermelho até a medula. Se elegeu pelo PP, na sombra de Paulinho Freire, mas os votos vieram da meninada de classe média, ex-alunos dele, quase todos de direita. Uma ironia daquelas.
A verdade nua e crua: Cláudio só virou vereador porque Eriko Jácome montou uma nominata forte, organizada, com voto real. Sem isso, Cláudio continuaria dando aula e reclamando do Bozo. E desde o começo a gente avisou: esse aí não passa confiança. É PT demais para um partido de centro.
Agora virou liderado de Eudiane Macedo, campeã olímpica da esperteza. Fez um agrado, prometeu apoiar Cláudio em 2028. Tudo porque o marido dela, Tácio, descobriu que prefere lavar prato e varrer a casa do que enfrentar sessão na Câmara. Prefere carregar a mala dela.
No fim, está tudo encaixado: Cláudio volta para o colo vermelho, Eudiane amplia o curral e Tácio corre da função que nunca gostou. Política no RN segue firme no seu esporte favorito, a arte de enganar quem confiou.