A governadora Fátima Bezerra, a coveira do RN, pegou a máquina inteira, botou pra rodar e empurrou Samanda Alves de para vereador. Foram nove votos arrancados na unha, em cima da belíssima Júlia Arruda. Uma operação de guerra. Coisa de máquina pesada, daquelas que passam por cima sem olhar pra trás.
A campanha de Samanda tinha dinheiro, estrutura, coordenação, tudo sobrando. Júlia perdeu para o Estado, não para uma candidata.
Agora chega o capítulo mais irônico dessa novela petista: se Brisa Bracchi for cassada, Júlia reassume o mandato que o PT arrancou dela.
E vem a cena surreal: Júlia será convocada para votar no processo… e terá que votar contra a própria vaga. Porque Brisa não pode votar. É o PT no modo triturador: se puder levar a alma, leva.
Júlia hoje tem um carguinho no governo, vive sob refém da máquina, é sobrevivência pura. E, se nada mudar, vai ser atropelada de novo pelo mesmo rolo compressor que já passou por cima dela uma vez.
Com o PT, a regra é simples: ou você serve, ou você some, nada cresce ao lado do PT. Pobre Júlia, chegou perto de ter um futuro relevante na política.