O ministro Alexandre de Moraes foi bater no Rio de Janeiro para fiscalizar in loco tudo que tinha acontecido na ação da polícia militar contra o narcotráfico, como se isso fosse uma missão dele, querendo sempre o protagonismo que tanto agrada o seu ego. Enquanto o STF diz que não quer ser notícia, que não quer destaque e protagonismo, a realidade só demonstra o contrário. Até o Metrópoles, com Andreza Matais, faz um texto criticando Alexandre de Moraes e sua atuação pós conflito no Rio de Janeiro, citando a necessidade de protagonismo do ministro, que também assumiu a relatoria da ADPF, medida que proíbe a polícia de entrar nas comunidades do Rio de Janeiro.