A Assembleia conseguiu se superar. A “eleição” do parlamentar do ano, feita por 47 jornalistas que dependem da própria Casa, virou um prêmio de consolação. Parece até um agrado encomendado pelo presidente da Casa: um afago travestido de mérito.
Ubaldo é fraco igual caldo de batata. Tem a profundidade de uma bacia. Não lidera, não enfrenta, não pauta nada. E, para completar o vexame, nem eleito ele foi, virou deputado por forças ocultas.
O título combina com o momento do RN: institucionalmente cansado, politicamente desidratado e premiando irrelevâncias como se fossem grandes feitos. No fim das contas, a homenagem é justa mesmo. Um estado devastado merece Ubaldo como seu “parlamentar do ano”.
Tragédia!