O RN virou piada pronta. Ubaldo Fernandes é o "parlamentar do ano”. Deve ser ano bissexto, ano lunar, ano inventado… porque de produtividade mesmo, nada. A “obra” de Ubaldo é uma coleção interminável de títulos honoríficos, utilidades públicas e reconhecimentos que não mudam a vida de ninguém. É o Walt Disney das homenagens, produzindo fantasia enquanto o Estado desaba.
Vamos aos “grandes feitos” do campeão:
– Reconhece como Patrimônio Cultural o Festival Literário de Pipa — Flilipa.–
Reconhece a Associação Gestão e Assistencialismo Humanizado.–
Reconhece a Escola de Samba Em Cima da Hora.
– Reconhece a Cooperativa de Produtores Rurais de Lajes Pintadas – LAJESCOOP.
– Reconhece a Associação Amigos da Melhor Idade de Ruy Barbosa.
– Reconhece mais uma associação, mais outra, outra, outra…
– Reconhece o Festival Halleluya como Patrimônio.
– Reconhece templos, capelas, grupos de escoteiros…
– E, para fechar com chave de ouro, reconhece até a Banda Detroit como Patrimônio Imaterial do RN.
É isso. O parlamentar do ano é o “Senhor Reconhecimento”. Não fiscaliza, não enfrenta o caos do Estado, não cobra governo nenhum. Só distribui diploma. Uma fábrica de moção ambulante.
Chamar essa porcaria de produção legislativa é zombar da inteligência do povo. A Assembleia conseguiu: transformou o prêmio em piada. O RN merecia um Parlamento que tivesse produção séria; ganhou um balconista de cartório legislativo. Patético.