Jean-Paul Prates saiu do PT, mas o PT não saiu dele. Foi para o PDT como quem troca de cômodo: virou puxadinho petista. O controle segue o mesmo. A caneta, também.
O ex-senador continua teleguiado por Fátima Bezerra, a coveira do RN, que passou anos tratando Jean como estorvo. Agora, virou peça útil.
A missão é clara: ser candidato ao Senado para tirar votos de Zenaide Maia e pavimentar o caminho de Fátima.
Jean já foi presidente da Petrobras. Hoje, virou batedor de esteira de quem não moveu uma palha para mantê-lo no cargo. Política é isso: quem não manda, serve.
Política é difícil e Jean tem sofrido nos últimos quatro anos.