Ele aumentou impostos, correu, dançou e usou a máquina pública para bancar sua pré-candidatura. Fecha o ano deixando um rastro: a secretaria sob seu comando virou sinônimo de desastre fiscal no RN.
Carlos Eduardo Xavier, o Cadú, ganhou o apelido certo. Como Mister Impostos, foi o timoneiro do naufrágio. A própria PGE e a LOA de 2026 admitem o óbvio: o Estado está atolado em dívidas, são mais de R$ 11 bilhões. Não vai pagar o 13° salário esse ano. Desastre total.
Tentou ser de Fátima Bezerra, tentou ser de Lula. No fim, é só Cadú Mister Impostos mesmo: voraz para subir carga tributária e incapaz de enxugar a máquina.
Leva o título de pior secretário do governo da petista. E olha que a concorrência é dura: Coronel Araújo e Socorro Batista dão trabalho. Mas Cadú ganhou. Por mérito negativo.