O Senado Federal fecha o ano apequenado. Foi atropelado pelo STF, abdicou do dever de fiscalizar e aceitou a redução dos próprios poderes sem reagir. Um Senado de joelhos.
Fala-se em renovação em 2026 como tábua de salvação. Pode até haver esperança. Hoje, porém, isso soa distante, quase ingênuo.
Uma Casa presidida por Davi Alcolumbre não se impõe. E quem não se impõe, vira figurante da própria história.