A professora Luciana Dória passou por momentos de dificuldade na última semana. Ela estava no protesto do dia 08 de janeiro, em um dos acampamentos. Ela teve sua liberdade provisória concedida por Alexandre de Moraes, mas está de tornozeleira eletrônica. Ela é professora de crianças em uma cidade da Bahia. Todos os dias ela precisa levar o seu carregador de tornozeleira eletrônica para a sala de aula. Teve um dia que esqueceu o seu carregador e ficou 17 minutos sem monitoramento judicial. Foi aí que começou o seu terror. Ela escreveu ao ministro Alexandre de Moraes, de próprio punho, pedindo clemência e explicando o caso. Isso demonstra bem o temor das pessoas, o pânico que ele causa nos que respondem a esse processo. Tem bandido por aí que corta tornozeleira, traficante que não a carrega e abandona. Mas importante mesmo é a tornozeleira eletrônica da professora, lá no interior da Bahia.