Bolsonaro desafia o sistema, Trump desafia o mundo, Alexandre de Moraes desafia a Constituição, e Lula desafia a lógica. Os quatro têm em comum uma obstinação cega, vaidade desmedida, e a incapacidade de recuar um milímetro, mesmo quando a corda está para estourar. No meio do ringue, espremido entre canetadas, retaliações diplomáticas e rompantes ideológicos, está o povo brasileiro. Vai pagar a conta, em dólar.
A crise não brotou do nada. O Brasil, sob Lula, resolveu flertar com os piores parceiros possíveis, Rússia, Irã e até o Hamas. Quis criar uma moeda para peitar o dólar, como quem provoca um leão e espera sair ileso. Resultado, Trump contra-atacou. Cancelou vistos, impôs tarifas, e abriu uma nova guerra fria, com o Brasil do lado errado da trincheira.
Enquanto isso, Moraes transforma decisões judiciais em vendetas políticas, Bolsonaro, do seu bunker, insiste na sua narrativa messiânica, Trump surfa na crise, e Lula, de jatinho e Janja, queima pontes, reputações e oportunidades. Quem perde? O povo. O brasileiro comum. Que paga, calado, a conta da teimosia alheia.