São José do Campestre já foi referência de cidade organizada, limpa e acolhedora. Mas o que se vê hoje é um cenário de abandono total, de uma gestão que parece ter esquecido que existe uma população inteira esperando respostas. A cidade está à deriva, afundando num mar de problemas que só aumentam a cada dia.
A gestão do prefeito Eribaldo Lima e da sua esposa, a todo-poderosa secretária de Educação, Maria das Graças de Medeiros Lima, conhecida como “Graça do Não”, está deixando Campestre à míngua. Lixo espalhado pelas ruas, esgoto correndo a céu aberto, buracos em todas as direções, postos de saúde sem medicamentos, veículos da saúde quebrados… a lista é longa, revoltante e cresce diariamente.
Os relatos de moradores são constantes e alarmantes. Academias da terceira idade quebradas há meses, praças largadas, quadras abandonadas, iluminação pública ineficiente, ônibus escolares sucateados. A população assiste tudo isso impotente, como se não tivesse mais a quem recorrer. Enquanto isso, recursos públicos de milhões em emendas parlamentares, foram destinados à cidade em 2025. E a grande pergunta é: cadê esse dinheiro? Pra onde foi? Em que foi investido?
Campestre parou no tempo. Enquanto cidades vizinhas avançam, investem, constroem, cuidam do povo, Campestre implora socorro e vive de empréstimos de medicamentos e máquinas de outros municípios. É uma realidade que beira o absurdo, um reflexo da má gestão, da falta de compromisso e da total ausência de responsabilidade com o bem público.
Chega de maquiagem, de propaganda vazia e de discursos prontos. O povo está cansado, adoece, sofre e clama por dignidade. Campestre não merece ser esquecida, muito menos saqueada. Que os órgãos de controle façam seu papel. Que a população se mobilize. Que a justiça seja feita. Porque a cada dia que passa, a cidade grita mais alto: Salvem Campestre!