A diplomacia brasileira virou um manual de como perder aliados em tempo recorde. Lula, guiado por rancor ideológico e vaidade pessoal, tem empurrado o Brasil para um isolamento estratégico sem precedentes.
Chamou Trump de fascista. Agora, Trump de volta à Casa Branca, depois de provocado, parte para o ataque. O Brasil entrou no radar. Resultado? Taxa de 50% imposta pelos Estados Unidos. Quem paga? O povo brasileiro, com o bolso e com o emprego.
Ofendeu Elon Musk via Janja. Atacou justamente quem controla satélites, comunicação e influência no Vale do Silício. Resultado? Hostilidade de um dos homens mais poderosos do planeta.
Comparou Israel ao nazismo. Insultou o povo judeu em plena guerra e, para piorar, estendeu a mão ao Irã, financiador do Hamas. E autorizou um porta-aviões iraniano a atracar no Brasil, um gesto de provocação explícita aos Estados Unidos.
Para completar o desastre, Lula tentou criar uma moeda alternativa ao dólar, junto com o Brics, ideia de ciranda ideológica que ninguém com juízo levou a sério. Mas criou revolta na Casa Branca.
Enquanto outros países como China, Índia e Japão costuram acordos, o Brasil coleciona fechaduras. E a conta, como sempre, sobra para o povo, com menos comércio, menos investimento e mais retaliação.
Lula não isolou o Brasil. Ele excluiu o país do mundo. Sua megalomania será paga pelo brasileiro. Lula é um irresponsável sem limites.