Tarcísio de Freitas correu para tirar o suco de laranja e os aviões da taxação dos EUA em 50%. Já a petista Fátima Bezerra apoiou o presidente Lula na guerra tresloucada contra Trump. Resultado: Pescados, frutas e sal taxados em 50%, um tiro no RN.
O pescador do RN virou inimigo do livre mercado. É isso mesmo. Os Estados Unidos, sob a gestão firme de Donald Trump, meteram uma taxa de 50% sobre o atum brasileiro. Quem paga o pato? O pescador de Areia Branca, o empresário de Natal, o trabalhador que madruga no Canto do Mangue.
O rapaz que colhe o melão lá em Baraúna, o empresário que gera milhares de empregos com exportação de melão e melancia vão pagar caro. Enquanto isso, Fátima Bezerra fala em soberania.
O produtor de sal que já enfrenta problemas com preço e super produção, não vai conseguir exportar o produto. Sal vai cair ainda mais de preço.
Enquanto Lula se pendura em tiranetes latino-americanos e inventa moedas de fantasia como o tal “Sur”, o Brasil vai sendo chutado para fora das grandes mesas de negociação. Resultado: nossa pesca artesanal, uma das mais tradicionais do país, apanha feito cachorro em porta de hospital. O atum do RN, que já brigava com burocracia e custo Brasil, agora enfrenta uma barreira comercial desleal, imposta pelo maior comprador do planeta. No mesmo caminho as frutas e o sal.
A desculpa? Protecionismo. A verdade? Retaliação. O governo brasileiro prefere lacrar com discurso de “soberania” do que sentar com seriedade para negociar. Enquanto isso, navios ficam parados, indústrias de beneficiamento entram no vermelho e centenas de empregos evaporam. E o que o governo faz? Distribui nota de repúdio e discurso mole. A governadora fica ajoelhada ao presidente Lula em sua loucura coletiva.