Fátima Bezerra virou sinônimo de vaia no Rio Grande do Norte. Onde pisa, ouve o som da rejeição ecoando mais alto que qualquer discurso ensaiado. A governadora, que já foi a “queridinha” da esquerda potiguar, hoje amarga o gosto travozo do desprezo popular.
Candidata ao Senado em 2026, Fátima entra na disputa carregando um trambolho: o próprio governo. Segurança pública falida, saúde em colapso e promessas descumpridas viraram seu cartão de visita. Não há marketing que dê jeito.
A verdade é dura: o povo cansou. E o recado vem claro em cada vaia. Fátima tenta subir um novo degrau político, mas parece que a escada foi serrada. Pelo povo.