Dia dos Pais e o Brasil, coitado, tem dois patriarcas de peso e de problema.
Lula, o pai da mentira, distribui promessas como quem distribui bala em porta de escola: todo mundo pega, mas ninguém vê o sabor. Já Alexandre de Moraes é o pai da arbitrariedade, aquele que decide o jogo, muda a regra no intervalo e ainda diz que é para “proteger a democracia”. Dois exemplos de paternidade às avessas: um ensina a enganar, o outro a mandar calar.
No fundo, a herança que deixam é a mesma: insegurança, abuso e desrespeito. Cada um com seu “filho”: Lula com a militância cega e Moraes com seu STF domesticado. Parabéns aos pais… mas de um Brasil que ninguém queria ser filho.