O ex-presidente Jair Bolsonaro, preso em casa por ordem de Alexandre de Moraes, precisa sair para fazer exames. Nada de spa ou passeio na praia: é endoscopia, tomografia, coleta de sangue e urina. A defesa explicou que ele enfrenta refluxo e soluços refratários, mas no STF o drama médico vira novela judicial.
Os advogados pediram que Moraes libere Bolsonaro no sábado para 6 a 8 horas de avaliação. A equipe médica já avisou: dependendo dos resultados, pode haver novos procedimentos. É o óbvio. Quem já fez check-up sabe que exame puxa exame.
O curioso é que, no Brasil de hoje, até refluxo precisa da bênção do Supremo. Prisão domiciliar não é hospital, e ministro de toga não é gastroenterologista. Mas Moraes concentra funções: juiz, carcereiro e, agora, quase clínico geral. O processo segue e a saúde espera.