Polícia Federal agora quer ensinar o brasileiro a falar, pensar e escrever do jeito “certo”. Traduzindo: cartilha do politicamente correto com selo Lula/PT. Disfarçam de “Glossário Digital de Direitos Humanos”, mas é mais uma tentativa de moldar a linguagem e, por tabela, a cabeça dos servidores e do público. A missão? Trocar palavras livres por termos aprovados pelo departamento da sensibilidade.
Enquanto o crime organizado nada de braçadas e o país afunda na insegurança, a PF gasta energia e dinheiro em aula de bons modos linguísticos. Isso não é combate ao preconceito, é vigilância ideológica. É o velho truque: impor regras de vocabulário para impor regras de pensamento. Orwell chamava de “Novilíngua”. Aqui virou “ferramenta de apoio”.
Prepare-se: logo não vai ser só documento oficial. Sua conversa no balcão, seu post na internet, até sua piada no almoço pode ter que passar no teste do glossário. É o Brasil da censura travestida de inclusão.