A Justiça de Minas Gerais converteu a prisão em flagrante do empresário Renê da Silva Nogueira Junior em prisão preventiva após o assassinato do gari Laudemir de Souza Fernandes. A decisão foi proferida em audiência de custódia e destacou a gravidade concreta dos fatos e a periculosidade social do empresário.
A notícia é da CNN Brasil. Além do homicídio, Renê também é investigado por ameaça contra a motorista do caminhão. O juiz expressou surpresa com a conduta do acusado, que, após cometer o crime hediondo, foi preso em uma academia, questionando: "Comete um crime desse porte, desse nível e vai treinar numa academia?".
O magistrado apontou que o homicídio duplamente qualificado ocorreu por motivação fútil, durante uma briga de trânsito na qual o empresário buscava ultrapassar o veículo coletor de lixo onde os garis trabalhavam. A vítima, em serviço e indefesa, foi atingida no abdômen e veio a óbito no local por hemorragia interna.