Moraes não perde tempo quando o alvo é Bolsonaro. Menos de 24 horas depois das alegações finais, já mandou para Zanin pautar o julgamento do “núcleo 1”. Parece até delivery de toga: rápido, certeiro e só para clientes selecionados.
Quando é processo de amigo, a papelada some no armário do STF e o tempo vira um conceito filosófico, processos se arrastam. Mas quando o nome é Jair Bolsonaro, a fila anda em velocidade de Fórmula 1. É a tal “celeridade processual” que só aparece para um lado. Apesar que já sabemos o resultado do julgamento, como diz Trump, é execução política.
O Brasil já entendeu o roteiro: não é sobre Justiça, é sobre política. E o palco está armado para mais um espetáculo de toga, aplausos e manchetes cuidadosamente encomendadas. Justiça imparcial? Segundo os EUA, não!