O Hospital Antônio Prudente não é hospital. É abatedouro. Gente entra com infecção, sai sem antibiótico, volta com sepse.
Na falta de vaga, arrancam oxímetro do dedo de um para botar em outro. Preguiça de pegar aparelho novo. Preguiça que mata.
Na UTI, parece feira: técnico desfilando, rindo, gritando. Ética? Nenhuma. O paciente vira cobaia de improviso, jogado à sorte.
Hapvida em Natal virou sinônimo de medo. Quem entra, não sabe se sai. E o que deveria salvar, mata. O hospital é uma bagunça, pessoas são entulhadas. Absurdo.