Felipe Neto e Erika Hilton na lista negra dos EUA. É isso mesmo. O governo Trump resolveu que não vai mais bancar passaporte de militante antiamericano. Quem cospe no prato que sonha comer vai ter que se contentar com show no subúrbio e live no Instagram. Acabou a farra de ir passear em Nova Iorque para pagar de “resistência” na Times Square.
Paulo Figueiredo cravou: o veto é oficial. Quem bate continência para Cuba e acha bonito falar mal dos Estados Unidos vai ficar preso no Brasil de Lula, com passaporte carimbado apenas para o “rolê vermelho” da esquina. É um choque de realidade.
Felipe Neto, Erika Hilton, Anitta… a lista começa a ganhar nomes de “celebridades” que vivem de lacrar contra a América. Só que, quando a porta se fecha, sobra o quê? Ficar na moral no Twitter. Viver de textão em rede social.
Trump não brinca. Diferente da frouxidão brasileira, os EUA jogam pesado. Quer ser antiamericano? Beleza. Mas esqueça Disney, esqueça show em Miami, esqueça visto de turista. Agora é chão batido no Brasil da Fátima Bezerra e companhia.
Preparem o choro. Porque, para a turma do lacre, agora o mundo realmente acabou.