No Brasil, ninguém ousa enfrentar Alexandre de Moraes. O medo tomou conta. Líderes evangélicos, que em 2018 e 2022 vestiram a camisa de Bolsonaro, hoje preferem se esconder. Medem palavras, evitam confronto, se acovardam diante do poder do STF.
Silas Malafaia resolveu ir para o tudo ou nada. Grita, esperneia, provoca. Mas vai ser atropelado. Sozinho, não tem como resistir ao rolo compressor que Moraes se tornou. O barulho é grande, a força é pouca.
Os bastidores são claros: aliados recuam, calculam e não querem problemas com o ministro. Não é mais sobre coragem, é sobre sobrevivência. O Brasil virou um lugar onde falar virou crime e pensar alto pode custar caro.
E aqui está a verdade incômoda: só Donald Trump teria tamanho para desafiar Moraes. Ele fala o que quer, não depende do sistema brasileiro e não baixa a cabeça. No tabuleiro nacional, ninguém mais ousa.
Malafaia é um carro pequeno tentando enfrentar um trator. O desfecho é previsível: vai ser esmagado.