Se Brasil resolver bater de frente com os Estados Unidos e desafiar as sanções americanas a Alexandre de Moraes, através da Lei Magnitshy, o Brasil mergulha num buraco sem fundo. Não é exagero. É suicídio econômico com assinatura em cartório.
A primeira paulada vem no sistema bancário. Os bancos brasileiros seriam chutados para fora do sistema SWIFT, e aí, meu amigo, adeus exportação, adeus dólar, tchau economia funcionando. Seria o equivalente financeiro de cortar o oxigênio de um paciente entubado na UTI.
Depois vem o apagão digital. Google, Amazon, Microsoft, tudo suspenso. O país ficaria offline. Bancos travados, e-commerce morto, empresas paralisadas. A economia digital viraria sucata em 24 horas.
E não para aí. As reservas cambiais, aquelas que o PT adora dizer que estão “protegidas”, seriam congeladas nos EUA. Exportações de soja, minério, petróleo? Rotuladas como “tóxicas”. O mercado mundial corre de país sancionado como o diabo foge da cruz.
O resultado? Falta remédio, falta fertilizante, falta energia, falta comida. Gente indo embora, colapso no sistema de saúde, previdência falida. E tudo isso porque alguém achou que dava pra bancar o valentão contra o maior império econômico do mundo.
O Brasil não é Cuba. E muito menos pode se dar ao luxo de virar a Venezuela. Mas com Lula no comando, parece que estamos testando os dois roteiros. Ao mesmo tempo.