A briga é feia. E dentro de casa. O PT do Rio Grande do Norte está em pé de guerra com o próprio partido a nível nacional. O motivo? O franco-carioca Jean Paul Prates.
Enquanto o PT nacional quer acomodar Jean num cargo de prestígio no Senado, uma assessoria especial na área de energia. Os petistas potiguares fazem de tudo para sabotar a nomeação. Com direito a telefonemas, articulações e muito fogo amigo.
Jean Paul ainda não rasgou a ficha do PT por um único motivo: esperança. O ex-senador sonha com a sobrevida política em Brasília, mesmo que agora longe dos holofotes. Seria uma boquinha técnica, mas que dá status, prestígio e proximidade com o poder.
O PT do RN enxerga Jean como corpo estranho. Não é do “chão de fábrica” local, nunca teve base real e virou senador por acidente, na vaga de Fátima Bezerra. Desde então, só acumulou desafetos. Motivo? Não aceitou indicar o mago dos números do IBGE Aldemir Freire para o conselho da Petrobras. Aldemir não tem competência nem tamanho para o cargo. Agora, Jean virou alvo. E o fogo amigo é cerrado.
Mais uma vez, o PT mostra sua especialidade: fritar os próprios.