Felipe Santa Cruz chutou o balde e revelou de vez o autoritarismo que sempre tentou maquiar de civilidade. O ex-presidente da OAB, aquele que vivia de papo furado sobre estado democrático de direito, agora defende execução à moda soviética: bala na nuca. Isso mesmo. Disse que Bolsonaro merecia pena de morte. Sem julgamento, sem crime, sem vergonha.
É o retrato mais sujo da esquerda. Falam em tolerância, mas sonham com paredão. Juram amor à Constituição, mas adoram um porrete ideológico. Felipe Santa Cruz não quer justiça, quer vingança.
O sujeito que deveria defender o devido processo legal agora defende justiçamento de adversário político. Quer transformar opinião em crime, e discordância em sentença de morte. Isso não é democracia, é delírio totalitário.
E o silêncio cúmplice da imprensa é ensurdecedor. Imagine se fosse um conservador desejando a morte de Lula. Estaria preso antes de terminar o tweet.
Santa Cruz rasgou qualquer verniz democrático. Passou a régua, chutou o balde e deixou claro: quem discorda, ele fuzila. Não é democrata, é um inquisidor com diploma.
Perigoso, cínico e descontrolado. E ainda querem dar lição de civilidade. Tenha dó.