Após seu não-depoimento, o advogado milionário Nelson Wilians, aos olhos da CPMI, passou a figurar com Antônio Antunes, o “Careca do INSS”, entre os principais suspeitos no roubo bilionário aos aposentados. A análise é da coluna de Cláudio Humberto, no Diário do Poder.
Ele perdeu o rumo quando o relator, Alfredo Gaspar (União-AL), indagou sobre suas relações com José Dirceu, homem de negócios do PT, que atua à sombra do poder petista, a quem é atribuída sua contratação pelo Banco do Brasil, que o tornou rico, e o seu escritório no maior do País.