Lula abriu o discurso na ONU com a velha ladainha de sempre. Falou em soberania, atacou “medidas unilaterais”, chorou contra supostos atentados ao Judiciário. Mas o ponto mais grave foi o pedido de “regulação das redes sociais”. A senha para a censura global.
Ou seja, Lula aproveitou o palco mundial para posar de guardião da democracia enquanto, na prática, defende amordaçar quem discorda dele. Fala bonito sobre “nossa soberania é inegociável”, mas não tem coragem de citar Trump ou os Estados Unidos. Mete bronca no abstrato, nunca no concreto.
Esse discurso é a cara do petismo: bravata para a plateia internacional e manobra para tentar justificar a mordaça em casa. Quando Lula fala em “regular redes sociais”, ele está dizendo que quer controlar a opinião do povo brasileiro. É o mesmo projeto de poder que Alexandre de Moraes executa com canetadas.
Na ONU, o presidente mais pareceu advogado da censura do que representante da liberdade. O mundo ouviu. O Brasil, infelizmente, já sente na pele.