Em setembro de 2025, o Senado Federal pagará R$ 173.649,42 a quatro servidores concursados para desempenhar um trabalho peculiar: atuar como secretários de comissões que só existem no papel, pois não foram instaladas neste ano.
A notícia é do Metrópoles. Os colegiados não fizeram nenhuma reunião em 2025 nem votaram projetos, mas ainda assim custam atualmente quase R$ 200 mil mensais em salários.
Além disso, dois desses quatro servidores estão no “regime especial de frequência” do Senado, o que significa que não precisam registrar presença na Casa por meio de ponto eletrônico.
Os quatro servidores trabalham nas comissões de Comunicação e Direito Digital e de Defesa da Democracia. Ambas foram criadas em junho de 2023, ainda na gestão do então presidente Rodrigo Pacheco (PSD-MG).