O Brasil inteiro acompanha, apreensivo, mais uma crise de saúde do presidente Jair Bolsonaro. Não é a primeira, não será a última. O corpo cobra o preço das facadas de 2018, um atentado covarde que mudou para sempre a vida dele e a política nacional. Agora, soluços intensos e episódios de vômito preocupam a família, que já acionou o médico para atendê-lo em casa. Bolsonaro está preso em casa por ordens de Alexandre de Moraes.
Carlos Bolsonaro expôs a situação no X, pedindo orações. E é isso que separa Bolsonaro de qualquer outro político: a relação de fé, de carinho e de proximidade com o povo. Quando Lula passa mal, a preocupação é com a sucessão. Quando Bolsonaro enfrenta uma crise, milhões de brasileiros param para rezar. É amor genuíno, sentimento real, não marketing de marqueteiro pago com verba pública.
A esquerda não engole isso. O homem que eles tentaram calar com uma faca segue vivo, mesmo debilitado, mesmo alvo diário de perseguições jurídicas. Bolsonaro é duro de matar. A verdade é que, enquanto Lula gasta energia em regulação de rede social e viagens de luxo, o Brasil ora pelo único presidente que tem a cara do povo.