Na defesa de Braga Netto, o advogado José Luis Oliveira Lima afirmou que o general é inocente e denunciou cerceamento de defesa, alegando pouco tempo para analisar os autos.
Ele disse que as provas contra o ex-ministro se resumem à delação de Mauro Cid e a oito prints de tela, o que considera insuficiente. Lima criticou a colaboração de Cid, chamando-a de “farsa” e “mentirosa”, e defendeu sua anulação por suposta falta de voluntariedade. Para ele, ninguém pode ser condenado apenas por versões sem provas concretas.
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